quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Coisas que não percebo - ou - sim, sou picuinhas #1

Sou só eu que quando lê algo escrito em maiúsculas tem a sensação que lhe estão a berrar?
Então aplicado em páginas de Facebook de marcas, lojas e afins...

sábado, 16 de janeiro de 2016

Comentadores de mesa de café #2

Ora voltamos aos comentadores de café dos meus sábados de manhã.
Pérolas de hoje:
"Eu tenho ouvisto nas notícias" - ora é o multimedia no seu expoente máximo pois claro...se o sr. acompanha os noticiários na tv claro que ouve e vê, portanto o verbo "ouver".
"Duiodécimos" - pois que a sra. deste comentador continua a receber a reforma com os malfadados "duiodécimos" deve ser uma nova medida do governo confesso ignorância.
E claro, não faltam os comentários às medidas do novo governo e as discussões sobre os valores das respectivas reformas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Era o Pai Natal ou um amigo deste?

A C. sempre acreditou no Pai Natal e, até ver, ainda continua a acreditar. Gosto que ela viva estas fantasias, como o Pai Natal, a Fada dos Dentes, etc e gosto da reacção dela a cada Natal, quando o velhinho barbudo estaciona o seu trenó puxado pelas renas no terreno baldio ao lado do prédio (que ela confirma sempre ter visto a levantar voo) e, vindo do terraço bate na janela da sala.
Mas este ano ela confidenciou à avó:
- Sabes, não foi o Pai Natal verdadeiro que veio lá a casa.
- Não?!
- Não, ele tinha uma linha a sair da barba e a barba era falsa! [ups] Se calhar o Pai Natal verdadeiro estava ocupado e mandou um amigo a nossa casa. Sabes, ele tem de entregar presentes a todos os meninos do mundo.

Desconfio que ela se esforça por acreditar no Pai Natal, mas estará quase a reparar que, todos os anos, o pai se ausenta sempre no preciso momento em que o Pai Natal chega :)
Espero conseguir recriar esta magia com a Baby C., até porque há estudos que comprovam "acreditar no Pai Natal, na fada dos dentes e por aí adiante torna as crianças mais criativas".

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Do equilíbrio entre o segurar e o deixar voar

Se entrámos em 2015 com a perspectiva de mais família, de todas as emoções deste ano que passou, ver a relação imediata entre as nossas duas filhas foi, sem dúvida, aquele que mais me marcou.
Entramos agora em 2016 com o renovado objectivo primeiro de as ajudar a crescer. Sim, pôr uma criança no mundo já é um grande projecto, mas o maior, sem dúvida, é ajudar a crescer.
É ver o nosso coração multiplicado em dois seres que, logo no momento do parto, deixam de ser só nossos e passam a ser do mundo.
É aprender a viver com estes dois verdadeiros corações fora do corpo.
É aprender a cada momento a procurar o ponto de equilíbrio entre o segurar e deixar voar.
E é este o nosso grande objectivo para 2016. Saber segurá-las quando precisarem, tendo, ao mesmo tempo, a capacidade de as deixar voar quando necessário.

Bom Ano.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Miss C. reescreve os rituais

Miss C. entrou este ano para a Catequese. Está a gostar da Catequese, dos novos amigos e actividades e até gosta de ir à Missa.
Por entre conversa sobre Jesus e de como tinha corrido a Missa nesse domingo, perguntei-lhe se já se sabia benzer (ou o Sinal da Cruz)... prontamente ela começou:
"Em nome do Pai, da Mãe e do Espírito Santo. Amém"

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O mistério dos lápis encolhidos

Muito antes de ter uma filha em idade escolar - ou até de ter filhos ponto - ouvir falar de um mistério que tem início a cada mês de Setembro e se prolonga ao longo de todo um ano lectivo. Aquilo que denominei como "o mistério dos lápis encolhidos".
É incrível a velocidade à que a minha filha a afia da minha filha come os seus queridos lápis. 

Esta foto foi tirada assim cerca de mês e meio depois do início das aulas e, garanto-vos, que a fome da afia da minha C. não diminui entretanto. Pelo contrário. Acho que hoje já só existe cerca de metade daquele lápis azul da foto...

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

6 Meses ou meio ano de ♥

Seis. Seis meses.
Hoje completas meio ano de vida e já não tenho palavras para descrever esta nossa nova vida que recomeçou contigo. Do amor que se multiplicou contigo. Da partilha. Do imenso privilégio que é ver-te crescer com a tua irmã e ver como vocês constroem uma relação a cada dia. O amor de irmãs. Para a vida.
Nestes seis meses aprendemos e sobrevivemos a muitas etapas que o coração de mãe teimava em antecipar com alguma ansiedade.

Aprendemos a ser 4, num processo contínuo que vamos alavancando a cada dia.
"Sobrevivemos" a um mês de férias da mana, com a ginástica que isso implica para entreter uma miúda de 6 anos e muita energia num Verão muito tímido.
"Sobrevivemos" aos primeiros dias fora a 4. E tão bem que soube e tão bem que as duas princesas se portaram.
Aprendemos a gerir rotinas e "sobrevivemos" à entrada da mana no 1.º ciclo.
"Sobrevivemos" às primeiras viagens (longas) do pai. E conseguimos gerir a vida entre as três.
Agora vamos "sobrevivendo" ao regresso ao trabalho da mãe. Um dia de cada vez.
E continuamos a aprender a ser família. A nossa família.