segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os bonecos também merecem...

E há falta de um grande projecto para me entreter, o que faz esta mãe??? Uma mantinha para o seu 'neto' Titucho, pois está claro. Era para ser uma, acabaram por ser duas...
A criatura tem pouca roupa e nem um lençol no berço para se cobrir, bem precisava.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O Açores hoje foi à escola

Ou melhor, o Açores* voltou à escola e, como aluno aplicado que é, também tem direito a lugar sentado.


*O Açores é uma girafa que a miúda diz ser uma vaquinha e que deve o seu nome à proveniência: faz parte da colecção de bonecos que o pai trouxe das viagens aos arquipélago. Mas este ganhou o coração da C., é parceiro para adormecer e, muitas vezes, partilha também as saídas e os dias de escola.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

PPC 2012

E ainda antes do Natal chegou à minha caixa do correio o meu postal do PPC 2012.


E, para lembrar, aqui estão os postais que eu enviei:

Fiquei triste de ver que o postal que chegou à Pólo Norte já ia com um botão a menos :( para o ano seguem em envelopes almofadados.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Os nossos cabazes de Natal...

Agora que já entreguei os miminhos caseiros a quem me pode ler (os que faltam não lêem o blogue :) ), posso partilhar o que me tem ocupado nas últimas semanas, entre preparação e, mais recentemente (em noitadas), na confecção e embalagem.
Os nossos "cabazes" estão divididos em vários géneros: as lembranças para a(s) educadora(s) e auxiliares da escola, amigas próximas e família.

Os bombons que fizemos para as lembranças da escola, que foram acompanhados por bolachas como as que já mostrei por cá:
 

 

 
Aqui o conteúdo de cada saquinha de lembrança, junto com uma árvore em feltro, também feita cá em casa:

Um pormenor das folhas que criei para fechar os sacos. Na parte de trás estava identificado o conteúdo de cada saco:
 
Aqui as latinhas de bolachas que faziam parte do cabaz para oferecer à família:

Pormenor de um dos cabazes já pronto e fechado:


 O restante conteúdo dos cabazes: acúçar baunilhado (com receita onde pode ser usado), sal aromatizado de pimentas e alecrim e licor de canela:
 Aqui todos os produtos já dentro da lata, incluídos os produtos acima, mais bolachas e bombons:



E aqui todas as latinhas para família e amigos:
Até agora o feedback tem sido positivo, mas quero a vossa opinião.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Aplicada

Ela, no seu trabalho na secretária do avô. Só não conseguem ver o resultado final: um rolo de fita cola completo colado em bocadinhos por vários livros de colorir e uns post its verdes a combinar...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Agora os desenhos

Depois da escrita, mostro os desenhos. Temo que a piolha herdou da mãe (e também do pai, vá) o mau jeito para desenho...mas é de louvar o esforço e a evolução que já se faz notar, dado que cada boneco já surge com um acrescento.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O resultado...

...de deixar duas crianças (uma de 4 e outro de 2) sozinhas por menos de dois minutos: um quarto neste estado!

PPC 2012

Os meus postais já estão a caminho do destino...

Monstros das bolachas

Ontem a piolha decidiu que não queria fazer a sesta e como hoje tinha de levar lanche para partilhar na escolinha, estivemos as duas a fazer bolachas...
 Bolachinhas de canela em formatos natalícios, com a receita mais simples deste mundo que sai sempre bem.
 A segunda fornada...
Aqui, bolachas de manteiga que depois mergulhámos em chocolate derretido.
Aqui o resultado final, pronto para levar para a escolinha.
Espero que façam sucesso, lá por casa tive de esconder as bolachas porque todos queriam sempre mais...



sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Ainda a escrita

Hoje ela quis escrever o nome na etiqueta para colar no iogurte para o lanche na escola.
Foi este o resultado.
Ajuda só no R e no L

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

É hora

12h12 de dia 12/12/12
diz que é hora de pedir desejo...

A última grande capicua do século merece ser assinalada.

A poupança e as desilusões

Hoje ao sair de casa pela manhã desliguei as luzes da árvore de Natal, afinal não estava ninguém para admirar as luzinhas.
À noite, mal a piolha entra na sala a expressão foi: "oh, acabou a árvore de Natal". Com uma expressão mesmo tristinha. Nem imaginam a cara de felicidade quando voltei a ligar as luzes
(não preciso de dizer que fui a correr ligar assim que ouvi o dito comentário pois não???).
A poupança pode mesmo levar a desilusões.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Nâo contem a ninguém {#1}

Cheguei a casa e vesti as calças do pijama...parece coisa da avozinha, mas pelo menos estou quentinha e confortável...

Escrita

Se há uma coisa que, desde pequena, a C. gosta é de escrever. E agora adora escrever o nome dela.
A dificuldade maior é no R, mas as restantes já saem bastante bem para 4 anos ;) (baba orgulho de mãe)


domingo, 9 de dezembro de 2012

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ainda o sol estava dorminhoco...

A miúda hoje acordou tão cedo que até teve tempo de brincar com os Legos antes de ir para a escola, já depois de ter comido e de estar vestida...

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Miminhos bons (ou pura preguiça)

Saber que depois de um (longo) dia de trabalho, quando chegar a casa tenho sopa da mãe e pataniscas da sogra para o jantar ;)
Sim, tenho a sorte de receber mimos das duas... mãe e sogra.

Sabes que tens mesmo de fazer a árvore de Natal...

... quando em 'resposta' a um anúncio de televisão a tua filha (que agora delira com o Natal) tem o seguinte diálogo (consigo própria):
"Ainda não há Natal cá em casa. Ainda não há Natal em casa da Avó A.. Só há Natal em casa da avó M.".
Pois ainda só a avó M. fez a árvore de Natal que deixou a miúda em êxtase no sábado...

PPC 2012, agora é pôr mãos à obra

Já recebi as indicações para o PPC 2012, agora é pôr mãos à obra e preparar os postais.
O "projecto" está feito, agora é só mesmo pôr em prática e rumar aos CTT...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ajudante

Eu bem queria fazer muitos miminhos handmade para o Natal, mas a tarefa está complicada porque agora tenho uma ajudante que quer sempre fazer o que eu faço... ora, crianças com agulhas, missangas e afins não dá bom resultado logo o processo está um bocadito para o atrasado.
Mas tenho esperança de quando lhe der verdadeiramente início a coisa ande com ligeireza (ou temos mesmo de recorrer a lembranças de última hora)... a minha cabeça fervilha com ideias!
Gostava muito é que esta vontade dela (à qual cedo na culinária, por exemplo) se mantivesse pelos anos em que já lhe possa confiar agulhas e missangas...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Giro, giro

Olha que bela ideia para experimentar


Receita aqui.

Constatações dondocas

Trabalhar para a decoração da rotunda da escola da miúda não é compatível com ter as unhas arranjadas...

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Parado, paradinho

Quando o trabalho me exige um débito de caracteres por minuto bastante alto o blog ressente-se (ainda) mais.
Ah e orçamentos e afins matam qualquer inspiração de post interessante...

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Gosto de experimentar (e gosto de unhas arranjadas também)

Depois de muitos anos a detestar unhas pintadas, a idade (ou outra coisa qualquer) trouxe-me o gosto pelas unhas arranjadas e pintadas.
Gosto mas sou um desastre com o verniz que me dura sempre muito pouco tempo.
Vai daí, decidir experimentar o verniz gel. Diz que deve durar 15 dias. Ainda não tem uma semana, vamos a ver o que acontece.
A foto não é grande coisa, mas pareceu-me que os pastéis de nata ficavam bem com a cor do verniz ;)

Como fazer um bolo de chocolate que (finalmente) a miúda come?

Enganar-me na receita, juntar o dobro do leite indicado e tentar emendar o erro com os restantes ingredientes a olho.
Os dois bolinhos do fim-de-semana. Bolo de café com leite à esquerda e o tal de chocolate à direita cuja receita eu desgracei mas parece que todos gostaram.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Estes relatos assustam-me

E o meu medo é que seja só o início...

"O menino que Gaspar não conhece"

"Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.

Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.

 Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.

 Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.

 O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem. 

 Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante."
Nicolau Santos
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2D3VJa62a
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2D3VJa62a
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/keynesiano-gracas-a-deus=s25615#ixzz2D3VDx4OL
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2D3VJa62a
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/keynesiano-gracas-a-deus=s25615#ixzz2D3VDx4OL

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ainda sobre publicidade

Já esta série de anúncios não me tem desiludido:
Até apetece mudar de operadora...

Uma desilusão chamada Popota

A cada Natal tenho curiosidade com os anúncios dos hipermercados. Durante muito tempo gostava da "rivalidade" saudável entre Leopoldina e Popota, uma luta que a segunda ganhou.
A hipopotama é gira, sim, e este ano até tem uma coleccção de roupa engraçada, mas o anúncio de televisão este ano desiludiu-me. Aquela música pode ser animada, mas a mim lembra-me tudo menos o Natal.
DR | Imagem retirada da Internet
Tenho saudades do velhinho e antiquado "Mundo Encantado dos Brinquedos" da Leopoldina...

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Apostas???

Agora sempre que tocam à campainha a piolha pergunta "quem é?"
À minha resposta "não sei, vamos ver quem é", ela diz:
- "Aposta num nome."

Oi?? Já começa com as apostas?? Aos 4 anos???

TEDx

Depois de, em Maio, ter tido a oportunidade de participar no TEDxAveiro, este fim-de-semana tinha de voltar a sentir aquele autêntico banho de inspiração e motivação, com o TEDxYouth@Aveiro.
Se em Maio o tema era «Ultrapassar Limites», este sábado as talks guiaram-se pelo lema «Sonha Alto e Faz Acontecer» e foi bom partilhar o momento com uma amiga a quem convenci a apostar nestes eventos.
Mesmo o TEDxYouth sendo mais vocacionado para os teens, não deixou de valer a pena ouvir o que estes tinham para dizer e partilhar as experiências dos "mais velhos" que também subiram ao palco.
Gostei deste espírito inter-geracional que se viveu naquela (fantástica) sala do Teatro Aveirense, com momentos como quando o orador que aos 10 anos enfrenta o público com a sua talk e nos lembra que descobrimos os nossos sonhos quando estamos distraídos e é aplaudido na plateia pelo senhor de bengala que o ouve com atenção.
E aprendi a gostar do networking que os eventos TED (tão bem) promovem, durante as pausas entre os painéis e que já me permitem reencontrar rostos que conheci em Maio e com quem mantenho contacto.


Espero por novo TEDxAveiro e aproveito para dar os parabéns à equipa que dá tanto de si e do seu tempo para nos proporcionar estes momentos. E todas as desculpas são boas para regressar a Aveiro.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

'Bora lá tomar banho de inspiração???

Amanhã é dia disto:
Sim eu sei que isto é mais para teens, mas boas ideias nunca são demais e como o TEDxAveiro deste ano me inspirou bastante, volto a investir ;)
Mais informação aqui.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

As broas de milho e mel

Ainda não tinha partilhado o resultado final das broas de milho e mel que fizemos no feriado de 1 de Novembro.
Só tenho pena de ter imagens mas garanto-vos que o trabalho de moldar as bolinhas de massa, colocar na base, pôr noz em cima e pincelar com gema foi todo feito pela miúda gira lá de casa que até pesou as bolinhas antes de moldar...descobri um talento para a cozinha!
A repetir.
A receita é da Clara de Sousa ("A Minha Cozinha") e podem consultar aqui.

Em testes

Estamos em testes e a miúda desfia linhas e diz com orgulho que ajudou a mãe a fazer a estrela ;)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bom dia

Source: isa.nu via Maravilhas on Pinterest


Ou insiste em fazer um bolo todos os sábados e depois diz que estás gorda...

domingo, 11 de novembro de 2012

Experiencia

Este post serve apenas para experimentar a publicacao atraves do telemovel.

sábado, 10 de novembro de 2012

Preocupa-me...

...ouvir a psicóloga de um agrupamento de escolas dizer que há crianças a quem é preciso ensinar a brincar.
Sempre pensei que brincar era algo intrínseco às crianças, mas depois de ouvir a explicação dela percebi que é mesmo verdade. Hoje, com tanto oferta de televisão, vídeojogos, etc, há crianças que não sabem brincar com outras coisas. E isso preocupa-me.
É por isso que adoro as brincadeiras da minha filha do faz-de-conta. Do "queres um café mãe?", a que se segue o servir de uma chávena de plástico em que o café vive apenas na nossa imaginação ou um "o que queres comprar", no seu supermercado improvisado.
Ou ainda quando ela anda com o avó no campo, de enxada na mão, mais a estragar a terra do que a ajudar, mas a crescer.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Quem é que se lembra de mandar a miúda de calças claras em dia de fogueira de S. Martinho?

EU!!!
O resultado como se esperava foi este, mas só de ouvir o entusiasmo dela a descrever como brincou com as castanhas a pintar-lhe a cara e com as folhas valeu bem a pena.

Chique é

ir às compras ao Minipreço e encontrar um VIP na caixa ;)
Gosto de pessoas que mantêm os pés na terra.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Modas que eu não entendo

Porque é que tanta gente usa acessórios com o coelhinho da Playboy????

Embirro com o boneco. Pronto.

Um fim-de-semana, dois concertos

dois estilos completamente diferentes.
Sábado começámos com as "Canções da Maria"

e domingo terminámos com Tony Carreira.
Fui aos dois para acompanhar outras pessoas (a filha no primeiro caso e a sogra no segundo ;)), mas confesso que me diverti nos dois!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Pergunta parva, ou manias...

Quem é que (no seu perfeito juízo) chega a casa do cinema (007, by the way, aquele Daniel Craig é um pedaço de mau caminho [maridinho esta parte não é para leres]),perto da meia-noite e meia e ainda vai arrumar a cozinha????
EU. Sim eu sei, não bato bem da bola...