Agora estamos aqui:
http://cremepimenta.blogs.sapo.pt/
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
18 meses de amor, ou como o tempo nos atropela*
A Camila faz hoje 18 meses.
Ano e meio de Baby C.
Ano e meio de amor a dobrar. De multiplicação.
És uma tagarela. Falas muito e expressas-te bem. Dizes montes de coisas e já vais ensaiando frases com sentido. Também falas muito na tua linguagem própria que ninguém consegue decifrar é verdade, mas no que queres desenrascas tudo.
"Pan", que tanto pode ser Panda como pão; "áua" que é água; "manha" que é a mana; "pai" e "mãe" muito bem dito, a par com o "vô" e "vó" e "Ia"; "sissi" para ouvir a música da Sissi, a Imperatriz; "uca", o Ruca de que gostas apenas da música; "aninha", quando queres subir para a cama onde te recusas a dormir sozinha; "iambre" para o fiambre que gostas de comer de manhã; "teitinho" para o leite que vais bebendo a custo; "senta" quando queres que alguém se sente contigo a brincar; "num tá", "num shei" e outros tantos que já sabes dizer. Mistério mesmo é de onde veio o "ôuto" como dizes quando mamar à noite (ou a qualquer outra hora que se proporcione...).
És comilona. Gostas de comer e sabes bem pedir o que te apetece comer. A sopa vai toda, mas é preciso entreter (como se alimentavam crianças antes da era dos smartphones e youtube?).
És uma reguila. Já estragaste, partiste e rasgaste mais nestes 18 meses que a tua irmã em 8 anos. Mas gostamos de ti assim. Desafiante como já sabes bem ser.
Adoras crianças. "Bebés" como gritas de cada vez que vês algum, mas és um perigo porque gostas de outras crianças na mesma medida que gostas de lhes acertar com o que esteja à mão.
És desenrascada. Caminhas e correr, às vezes desengonçada, tropeças muito (principalmente quando estás com sono), mas vais por cima do que tiver de ser.
Chegaste para mudar a nossa vida. Para melhor. Hoje somos melhores pais, porque tivemos de aprender a ser pais de duas. Uma aprendizagem que vem para ficar e nos vai acompanhar pela vida.
E ver as nossas duas filhas a crescer juntas é mesmo um privilégio.
*para quem acompanha também o meu perfil no Facebook: a maternidade também é isto. Escrever desabafos de quase-desespero pela manhã e posts lamechas pela tarde. É uma dualidade constante de sentimentos contraditórios, mas que nos enchem o coração.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Educar, passar conhecimento, cativar e como a Carlota descobriu Zeca Afonso
Um dos meus maiores prazeres enquanto mãe, neste processo complexo de educar uma criança, é ensinar, ou melhor passar conhecimento. Sempre gostei de ensinar coisas às minhas filhas. Seja uma música, a coreografia de canções infantis, significados, conceitos... Embora confesse que muitas vezes fico quase sem resposta, este é um desafio que se agiganta na mesma proporção em que os filhos crescem e nos desafiam.
Tudo isto para dizer que ontem, sem querer, a minha filha mais velha transformou a hora da leitura num momento especial que me ficou gravado no coração (e espero que na memória dela).
Ontem para a leitura antes de dormir, a C. escolheu um livro de uma colecção sobre momentos históricos adaptados a livros infantis, mais precisamente, o livro dedicado ao 25 de Abril.
Eu sempre disse que se tivesse uma máquina do tempo, o momento histórico que gostaria de visitar e viver seria o 25 de Abril de 1974. Talvez por influência dos meus pais, por ter crescido com o carinho por esta data histórica para Portugal, a Revolução dos Cravos é para mim uma data incontornável.
Voltando ao livro, logo nas primeiras páginas, descobrimos a letra completa do «Grândola vila morena». Eu comecei a cantar-lhe a música e ela gostou. Lembrei-me então que vivemos na era da Internet e lembrei-me de usar o youtube para um momento mais pedagógico do que lúdico e fomos à procura da voz do Zeca. Voz que me arrepia. Sempre.
Para meu espanto, a C. ouviu a música atentamente até ao fim, acompanhando a letra no livro. Lamechas me confesso, mas aquele momento marcou-me. Eu, em terceira geração deste momento histórico, estava a conseguir captar a atenção da minha filha para este marco histórico que, com muita pena, vou constando que vai sendo, talvez não esquecido, mas esbatido na sua importância.
Foi este marco, que os portugueses souberam fazer de forma pacífica, que nos trouxe o país que hoje somos. Claro que há ainda muito a fazer, temos muitas falhas, estará muito do sonho deste dia por concretizar, mas a minha profissão não existiria hoje se não fosse esta data. Provavelmente não teríamos a liberdade de ter um blog e nele escrever o que nos apetece. Como nos apetece.
Fomos ainda descobrir o «Depois do Adeus», que a C. quis ouvir também numa versão com a Marisa Liz no «The Voice Portugal». Mas tudo bem, a intenção está lá. A nossa cultura e memória colectiva vive ali também.
Gostei especialmente que numa altura em que as crianças nascem já com imediatismo da televisão, dos computadores, dos smartphones, a minha filha goste de aprender pelos livros, pelo que lhe conto.
Espero conseguir continuar a educar as minhas filhas passando-lhe os meus conhecimentos, valores e as memórias de tempos que também não vivi, mas que conheci pelas palavras e sentimentos dos meus pais, pelos livros. Pela vida.
Tudo isto para dizer que ontem, sem querer, a minha filha mais velha transformou a hora da leitura num momento especial que me ficou gravado no coração (e espero que na memória dela).
Ontem para a leitura antes de dormir, a C. escolheu um livro de uma colecção sobre momentos históricos adaptados a livros infantis, mais precisamente, o livro dedicado ao 25 de Abril.
Eu sempre disse que se tivesse uma máquina do tempo, o momento histórico que gostaria de visitar e viver seria o 25 de Abril de 1974. Talvez por influência dos meus pais, por ter crescido com o carinho por esta data histórica para Portugal, a Revolução dos Cravos é para mim uma data incontornável.
Voltando ao livro, logo nas primeiras páginas, descobrimos a letra completa do «Grândola vila morena». Eu comecei a cantar-lhe a música e ela gostou. Lembrei-me então que vivemos na era da Internet e lembrei-me de usar o youtube para um momento mais pedagógico do que lúdico e fomos à procura da voz do Zeca. Voz que me arrepia. Sempre.
Para meu espanto, a C. ouviu a música atentamente até ao fim, acompanhando a letra no livro. Lamechas me confesso, mas aquele momento marcou-me. Eu, em terceira geração deste momento histórico, estava a conseguir captar a atenção da minha filha para este marco histórico que, com muita pena, vou constando que vai sendo, talvez não esquecido, mas esbatido na sua importância.
Foi este marco, que os portugueses souberam fazer de forma pacífica, que nos trouxe o país que hoje somos. Claro que há ainda muito a fazer, temos muitas falhas, estará muito do sonho deste dia por concretizar, mas a minha profissão não existiria hoje se não fosse esta data. Provavelmente não teríamos a liberdade de ter um blog e nele escrever o que nos apetece. Como nos apetece.
Fomos ainda descobrir o «Depois do Adeus», que a C. quis ouvir também numa versão com a Marisa Liz no «The Voice Portugal». Mas tudo bem, a intenção está lá. A nossa cultura e memória colectiva vive ali também.
Gostei especialmente que numa altura em que as crianças nascem já com imediatismo da televisão, dos computadores, dos smartphones, a minha filha goste de aprender pelos livros, pelo que lhe conto.
Espero conseguir continuar a educar as minhas filhas passando-lhe os meus conhecimentos, valores e as memórias de tempos que também não vivi, mas que conheci pelas palavras e sentimentos dos meus pais, pelos livros. Pela vida.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Aventuras com a máquina de costura | As mochilas das manas
Acho que ainda não partilhei por aqui, mas no ano passado finalmente tirei a máquina de costura do armário e, assim de rajada, fiz dois cursos de costura criativa.
Da máquina de costura comigo ao comando já foram saindo algumas coisas, pequenas bolsas de presente, sacos de compras, etc. Mas em gaveta tinha um projecto a que me desafiei ainda antes das férias de verão: fazer uma mochila para cada uma das minhas C.´s.
Uma das mochilas ficou pronta em pouco tempo, já a outra ficou em banho-maria apesar de ter já todos os tecidos cortados e prontos a montar. Esta semana meti na cabeça que tinha de a terminar. Dito e feito.
A C. adoptou logo a mochila com tecido às flores, elegendo o dos elefantes para a Baby C.
Da máquina de costura comigo ao comando já foram saindo algumas coisas, pequenas bolsas de presente, sacos de compras, etc. Mas em gaveta tinha um projecto a que me desafiei ainda antes das férias de verão: fazer uma mochila para cada uma das minhas C.´s.
Uma das mochilas ficou pronta em pouco tempo, já a outra ficou em banho-maria apesar de ter já todos os tecidos cortados e prontos a montar. Esta semana meti na cabeça que tinha de a terminar. Dito e feito.
A C. adoptou logo a mochila com tecido às flores, elegendo o dos elefantes para a Baby C.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Bitaites vários
- Então diz que é hoje que os americanos decidem também o nosso futuro enquanto mundo elegem o novo presidente;
- Mais do que a imagem que os desenhos animados nos fizeram acreditar ao longo de anos, não são os brinquedos que ganham vida quando não estamos a ver. São os acessórios e jóias que acordam durante a noite e se entrelaçam uns nos outros, só para nos chatearem pela manhã;
- (Finalmente) está frio e, confesso, até tinha saudades, mas não me apetece refazer as camas... no entanto, sonhei com os meus lençóis polares esta noite;
- Voltei ao ginásio e ando a experimentar aulas diferentes e os meus músculos (principalmente aqueles dos braços que nem sabia que os tinha) estão a reclamar;
- Estou farta de ouvir falar da Web Summit, mas a verdade é que queria lá estar...
- Estou farta de ouvir falar da Web Summit, mas a verdade é que queria lá estar...
- Já disse que está frio?
- E que estou em ânsias por saber o resultado das eleições nos EUA?
...
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Os trabalhos de Camila
Um dos passatempos preferidos da Baby C. é andar a puxar coisas.
Mochilas, malas de viagem e até garrafões de água.
Se a queremos entreter é mostrar uma mochila com rodinhas e lá anda ela pela casa, por vezes até em dose dupla, com a mochila da escola da irmã.
Mochilas, malas de viagem e até garrafões de água.
Se a queremos entreter é mostrar uma mochila com rodinhas e lá anda ela pela casa, por vezes até em dose dupla, com a mochila da escola da irmã.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Boo! Ou podia ser Halloween todos os dias*
Hoje deixei um esqueleto na escola, mas rosa e cheio de purpurinas.
*Estes dias têm uma vantagem: miúda toma a pequeno-almoço e, quando dou por ela, já está na cozinha devidamente vestida e pronta para penteados, pinturas e afins.
*Estes dias têm uma vantagem: miúda toma a pequeno-almoço e, quando dou por ela, já está na cozinha devidamente vestida e pronta para penteados, pinturas e afins.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Confissões de uma mãe em crescimento
Antes de ter filhos, pensava que os bebés pequeninos davam muito trabalho e que tinha pouco jeito para crianças pequenas.
Depois fui mãe e com o crescimento das minhas bebés fui constatando que os bebés pequeninos sim dão trabalho, mas todo o processo se torna mais difícil com o crescimento.
Agora que tenho em casa uma bebé (que cresce demasiado rápido) e uma menina quase quase em idade de entrar na pré-adolescência, apercebo-me que tenho mais "jeito" para ser mãe de bebés e crianças pequenas.
Com a C. em idade escolar os desafios são diários e vou-me estreando em pequenos "dramas" que muitas vezes me fazem viajar à minha própria infância, mas que me desafiam e (às vezes assustam) enquanto mãe.
Sei que isto é um o processo natural da vida e que me espera uma vida de desafios. E ainda bem que assim é. É sinal que as minhas filhas estão a crescer e a evoluir e cabe-me a mim - e ao pai - saber crescer com elas enquanto mãe, aprendendo a lidar com os receios, medos e fantasmas.
Para quem está aí desse lado, estou sozinha nestes sentimentos maternais que às vezes me gelam à noite?
Depois fui mãe e com o crescimento das minhas bebés fui constatando que os bebés pequeninos sim dão trabalho, mas todo o processo se torna mais difícil com o crescimento.
Agora que tenho em casa uma bebé (que cresce demasiado rápido) e uma menina quase quase em idade de entrar na pré-adolescência, apercebo-me que tenho mais "jeito" para ser mãe de bebés e crianças pequenas.
Com a C. em idade escolar os desafios são diários e vou-me estreando em pequenos "dramas" que muitas vezes me fazem viajar à minha própria infância, mas que me desafiam e (às vezes assustam) enquanto mãe.
Sei que isto é um o processo natural da vida e que me espera uma vida de desafios. E ainda bem que assim é. É sinal que as minhas filhas estão a crescer e a evoluir e cabe-me a mim - e ao pai - saber crescer com elas enquanto mãe, aprendendo a lidar com os receios, medos e fantasmas.
Para quem está aí desse lado, estou sozinha nestes sentimentos maternais que às vezes me gelam à noite?
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Aproveitar o sol de Outono
Bem sei que entretanto veio a chuva e o frio, mas no domingo, ainda conseguimos riscar uma actividade que andava a adiar e o ano passado nem consegui concretizar: apanhar bolotas para tratar e usar nas decorações e embrulhos de Natal.
Com o pai embrenhado numa semana infernal de trabalho (que se estendeu ao fim-de-semana), agarrámos nos avós e fomos até um dos parques da cidade na linda manhã solarenga e ainda quente de domingo de manhã.
Foi um passeio giro, com direito a baloiços e escorregas e balancés, mas também a passeios pelo meio das folhas, numa paisagem que parece um verdadeiro bosque...
Foi da C. a descoberto dos melhores locais para encontrar as bolotas e, como prémio da viagem, vieram também connosco muitas pinhas em formato mini, caídas aos pés de um velho e gigante pinheiro.
A Baby C. estreou-se nos passeios de brincadeiras com galhos e parece que sempre soube vasculhar as folhas de outono.
Com o pai embrenhado numa semana infernal de trabalho (que se estendeu ao fim-de-semana), agarrámos nos avós e fomos até um dos parques da cidade na linda manhã solarenga e ainda quente de domingo de manhã.
Foi um passeio giro, com direito a baloiços e escorregas e balancés, mas também a passeios pelo meio das folhas, numa paisagem que parece um verdadeiro bosque...
Foi da C. a descoberto dos melhores locais para encontrar as bolotas e, como prémio da viagem, vieram também connosco muitas pinhas em formato mini, caídas aos pés de um velho e gigante pinheiro.
A Baby C. estreou-se nos passeios de brincadeiras com galhos e parece que sempre soube vasculhar as folhas de outono.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Da festa
A foto de ontem era do bolo que a C. levou para a escola. "Chocolate" foi o único pedido.
Do "bolo em forma de estrela", evoluímos apenas para um bolo redondo de chocolate, com bolachas de chocolate à volta e pepitas coloridas na cobertura.
Para o bolo de casa o pedido era "cor-de-rosa" com as bolachas em chocolate branco. Aqui o bolo foi o meu "mais pedido": pão-de-ló com recheio e cobertura de queijo mascarpone e frutas.
Na decoração optei por colocar, nos dois bolos, uma estrela formada pelas pepitas coloridas, para manter o formato de estrela que ela inicialmente me tinha falado.
8 anos = 8 rosas
Como é tradição, a avó ofereceu-lhe o ramo, uma rosa por cada ano.
Do "bolo em forma de estrela", evoluímos apenas para um bolo redondo de chocolate, com bolachas de chocolate à volta e pepitas coloridas na cobertura.
Para o bolo de casa o pedido era "cor-de-rosa" com as bolachas em chocolate branco. Aqui o bolo foi o meu "mais pedido": pão-de-ló com recheio e cobertura de queijo mascarpone e frutas.
Na decoração optei por colocar, nos dois bolos, uma estrela formada pelas pepitas coloridas, para manter o formato de estrela que ela inicialmente me tinha falado.
8 anos = 8 rosas
Como é tradição, a avó ofereceu-lhe o ramo, uma rosa por cada ano.
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
8 ♥
"O sol hoje está preguiçoso". Foi assim que me acordaste hoje, ao abrir a janela ainda o ponteiro das horas não tinha chegado às 7h e veres que a luz envergonhada do sol estava ainda tímida no horizonte.
Fazes hoje 8 anos. Oito. Como é possível.
Há oito anos, um muito quente como o de hoje se adivinha, ainda não tinhas nascido a esta hora que hoje teimaste em acordar.
Chegaste às nossas vidas às 21h16 de 29 de Setembro de 2008. E tudo (re)começou.
Foi contigo que (re)nasci como mãe. Foi contigo que eu e o pai nos transformámos e renascemos como pais. Foi contigo que descobrimos todo um mundo novo. E foi contigo que descobrimos que é possível amar mais do que o nosso coração aguenta.
Viste transformar as nossas vidas. Contigo a nossa vida é mais barulhenta, mais caótica, mais imprevisível, mas também tão mais feliz e completa.
Estás uma menina linda, crescida e responsável.
É um orgulho saber que és o nosso fruto, mas fortaleces as tuas asas todos os dias.
A cada dia aprendes mais. Cresces mais. Voas mais alto.
E nós estamos cá para te ajudar a voar, mas também para amparar sempre que precises de voltar ao ninho. E um abraço sabe tão bem.
Parabéns nosso amor mais crescido ♥
*Faz hoje também dois anos, que o dia 29 de Setembro marcou, mais uma vez, a nossa vida. Foi em dia de anos da C. que soubemos que a nossa vida ia voltar a mudar... que soubemos, como que como prenda de anos para a irmã, que a Baby C. estava a caminho ♥
Fazes hoje 8 anos. Oito. Como é possível.
Há oito anos, um muito quente como o de hoje se adivinha, ainda não tinhas nascido a esta hora que hoje teimaste em acordar.
Chegaste às nossas vidas às 21h16 de 29 de Setembro de 2008. E tudo (re)começou.
Foi contigo que (re)nasci como mãe. Foi contigo que eu e o pai nos transformámos e renascemos como pais. Foi contigo que descobrimos todo um mundo novo. E foi contigo que descobrimos que é possível amar mais do que o nosso coração aguenta.
Viste transformar as nossas vidas. Contigo a nossa vida é mais barulhenta, mais caótica, mais imprevisível, mas também tão mais feliz e completa.
Estás uma menina linda, crescida e responsável.
É um orgulho saber que és o nosso fruto, mas fortaleces as tuas asas todos os dias.
A cada dia aprendes mais. Cresces mais. Voas mais alto.
E nós estamos cá para te ajudar a voar, mas também para amparar sempre que precises de voltar ao ninho. E um abraço sabe tão bem.
Parabéns nosso amor mais crescido ♥
*Faz hoje também dois anos, que o dia 29 de Setembro marcou, mais uma vez, a nossa vida. Foi em dia de anos da C. que soubemos que a nossa vida ia voltar a mudar... que soubemos, como que como prenda de anos para a irmã, que a Baby C. estava a caminho ♥
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Romã na lancheira da escola? Sim!
Em todas as milhares de lancheiras que hoje seguiram para a escola com todas as crianças deste país, a da minha filha deve ser a única que leva romã.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Férias, primeiros passos, recomeço e Setembro
Muito tempo se passou desde a última publicação.
Fomos de férias, assim as primeiras férias a sério a 4 (diga-se uma semana fora de casa) e sobrevivemos. E divertimos-nos e foi bom estarmos tantos dias seguidos juntos 24h (coisa rara ao longo do ano).
Entretanto a Baby C. fez 15 meses (!) e está uma crescida, continua a ganhar asas e independência, ensaiando-se nos primeiros passos e também em acrobacias que incluem trepar sofás, camas e afins. Um perigo.
A C. está grande e morena. Deu um pulo. A minha menina está cada vez mais crescida, com conversas mais complexas, vontades e dúvidas próprias do crescimento.
Ver a cumplicidade delas é um privilégio ♥
Todos estes dias juntas foi óptimo, a mais nova cada vez gosta mais de interagir com a irmã, que adora a pequenina e não a pode ver a dormir...
Entretanto os adultos lá de casa já voltaram ao trabalho e há que reajustar rotinas.
Hoje, no primeiro dia de ATL, a Baby C. andou com a avó por toda a casa à procura da sua "ma", de mana.
Começa a ser tempo de preparar mais um ano lectivo e Setembro - mês de recomeços - é também especial porque a miúda crescida lá de casa faz anos e há que preparar mais uma festa de aniversário lá por casa, para já com um pedido: um bolo em forma de estrela ★
Fomos de férias, assim as primeiras férias a sério a 4 (diga-se uma semana fora de casa) e sobrevivemos. E divertimos-nos e foi bom estarmos tantos dias seguidos juntos 24h (coisa rara ao longo do ano).
Entretanto a Baby C. fez 15 meses (!) e está uma crescida, continua a ganhar asas e independência, ensaiando-se nos primeiros passos e também em acrobacias que incluem trepar sofás, camas e afins. Um perigo.
A C. está grande e morena. Deu um pulo. A minha menina está cada vez mais crescida, com conversas mais complexas, vontades e dúvidas próprias do crescimento.
Ver a cumplicidade delas é um privilégio ♥
Todos estes dias juntas foi óptimo, a mais nova cada vez gosta mais de interagir com a irmã, que adora a pequenina e não a pode ver a dormir...
Entretanto os adultos lá de casa já voltaram ao trabalho e há que reajustar rotinas.
Hoje, no primeiro dia de ATL, a Baby C. andou com a avó por toda a casa à procura da sua "ma", de mana.
Começa a ser tempo de preparar mais um ano lectivo e Setembro - mês de recomeços - é também especial porque a miúda crescida lá de casa faz anos e há que preparar mais uma festa de aniversário lá por casa, para já com um pedido: um bolo em forma de estrela ★
Assim será meu amor!
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Carlota, a derreter o coração da mãe desde 2008
Tens um dia daqueles, mas depois descobres estes tesouros na lancheira quando vais buscar a miúda ao atl ♥
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Dos nossos dias
Têm sido dias cheios estes.
Entre aniversário (parabéns Mãe), fim de ano lectivo, bons momentos com família e amigos, visitas ao evento que junta as colectividades aqui da cidade e estreia nas actuações do hip hop deste ano, os nossos dias também se fizeram de visita à Urgência com a mais nova (nada de especial, graças aos santos que nos protege), estreia na cadeira do dentista para a mais velha (em consulta "a sério" e não apenas visita para observação), muito trabalho e a mãe com todos os projectos assim em espécie de stand-by ou banho-maria, como lhe queiram chamar.
Ser mãe também é ir sabendo deixar os projectos e ideias "no ar", para quando a vida deixar. Também é saber quando não podemos esticar o tempo e é mais importante abrandar (ou parar) e dar o nosso tempo às criaturas que fazem o nosso mundo girar.
Entre aniversário (parabéns Mãe), fim de ano lectivo, bons momentos com família e amigos, visitas ao evento que junta as colectividades aqui da cidade e estreia nas actuações do hip hop deste ano, os nossos dias também se fizeram de visita à Urgência com a mais nova (nada de especial, graças aos santos que nos protege), estreia na cadeira do dentista para a mais velha (em consulta "a sério" e não apenas visita para observação), muito trabalho e a mãe com todos os projectos assim em espécie de stand-by ou banho-maria, como lhe queiram chamar.
Ser mãe também é ir sabendo deixar os projectos e ideias "no ar", para quando a vida deixar. Também é saber quando não podemos esticar o tempo e é mais importante abrandar (ou parar) e dar o nosso tempo às criaturas que fazem o nosso mundo girar.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
E o bolo?
Lá por casa os bolos de aniversário, há alguns anos, são feitos por mim.
E apesar de todas as experiências, a receita vencedora é sempre o meu bolo de massa pão-de-ló com recheio e cobertura de creme de queijo mascarpone e natas e frutas. Vou variando a decoração.
A ideia para o bolo da Baby C. já andava a marinar há algum tempo. Tinha de ser rosa. E queria umas bandeirolas, que foram acompanhadas por uns coelinhos amorosos. Rematei comuma tentativa de suspiros feitos em casa também.
Mantendo a tradição que segue comigo e com a C. de oferecer uma rosa por cada ano de vida, a Avó M. deu também à Baby C. um raminho com uma rosa.
Para a festa houve também bolo de chocolate com recheio e cobertura de natas de chocolate, bolo de frutos vermelhos com cobertura de chantilly* e topping de morango e ainda pavlova com chantilly* e frutos vermelhos.
*(sem açúcar e aromatizado com baunilha)
E apesar de todas as experiências, a receita vencedora é sempre o meu bolo de massa pão-de-ló com recheio e cobertura de creme de queijo mascarpone e natas e frutas. Vou variando a decoração.
A ideia para o bolo da Baby C. já andava a marinar há algum tempo. Tinha de ser rosa. E queria umas bandeirolas, que foram acompanhadas por uns coelinhos amorosos. Rematei com
Mantendo a tradição que segue comigo e com a C. de oferecer uma rosa por cada ano de vida, a Avó M. deu também à Baby C. um raminho com uma rosa.
Para a festa houve também bolo de chocolate com recheio e cobertura de natas de chocolate, bolo de frutos vermelhos com cobertura de chantilly* e topping de morango e ainda pavlova com chantilly* e frutos vermelhos.
*(sem açúcar e aromatizado com baunilha)
terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
1 Ano
30 de Maio de 2015.
6h09 de uma manhã de sábado.
Seis anos e meio depois do reset inicial da nossa vida de pais, a nossa família fez o restart e hoje festejamos o 1.º aniversário da nossa Baby. C.
Um pequeno ser bem disposto e simpático que veio revolucionar as nossas vidas. Para melhor. Para muito melhor.
Um ano depois estamos mais cansados, mas mais felizes. Muito mais felizes.
Parabéns meu Amor.
6h09 de uma manhã de sábado.
Seis anos e meio depois do reset inicial da nossa vida de pais, a nossa família fez o restart e hoje festejamos o 1.º aniversário da nossa Baby. C.
Um pequeno ser bem disposto e simpático que veio revolucionar as nossas vidas. Para melhor. Para muito melhor.
Um ano depois estamos mais cansados, mas mais felizes. Muito mais felizes.
Parabéns meu Amor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)












